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Pessoas são como trens, entende? Elas vão surgindo em estações conforme as nossas necessidades de desembarque. Se você está triste, irá aparecer aquele ser alegre que te levará até o teu próximo destino, o da felicidade e depois você pegará suas bagagens e irá para outra plataforma. Se você se encontrar sem conteúdo, irá buscar um transporte interessante, repleto de anúncios, conversas, diálogos e quando estes se tornarem monótonos, você vai fazendo com que se reduza a velocidade e pula fora. Se você está doente, irá aparecer aquele “médico”, seja ele profissional ou apenas de consideração, que lhe cuidará, levantará seu astral e quando você estiver bem, irá despachar suas malas para outro portão e embarcar em outro alguém, ops, outro trem. Somos passageiros exigentes! Quem iria querer seguir viagem com uma pessoa que esteja procurando o mesmo rumo que a gente? Viagens longas são cansativas. Uma hora temos que descer e subir em outro ponto, temos que mudar de estação, pois só então conseguiremos ter algo novo. Sentir algo novo. Mas como diria Renato Russo, “nada vai conseguir mudar o que ficou”. Todo trem e o percurso por — ou com o qual — passamos deixa rastros; o do pneu na estrada, as lembranças de um abraço na chegada e na partida, as palavras trocadas durante os minutos, horas, dias, meses ou anos percorridos, as atitudes — seja a de abrir a janela para jogar um medo fora ou de deixar um ar de esperança entrar, ou quem sabe a de desviar ou passar por cima de uma pedra, pular um assento, enfim. Pessoas passam. Sinal verde, amarelo ou vermelho? Como está o seu semáforo?
Sou um ser feito de barro, apenas.  (via oxigenio-dapalavra)

(via oxigenio-dapalavra)

jul. 17, 2014 / 1.814 notas
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jun. 27, 2014 / 186.712 notas

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jun. 25, 2014 / 627 notas
jun. 1, 2014 / 234.858 notas
jun. 1, 2014 / 200.126 notas

(via declamador)

jun. 1, 2014 / 534.431 notas
Caí em meu patético período de desligamento. Muitas vezes, diante de seres humanos bons e maus igualmente, meus sentidos simplesmente se desligam, se cansam, eu desisto. Sou educado. Balanço a cabeça. Finjo entender, porque não quero magoar ninguém. Este é o único ponto fraco que tem me levado à maioria das encrencas. Tentando ser bom com os outros, muitas vezes tenho a alma reduzida a uma espécie de pasta espiritual. Deixa pra lá. Meu cérebro se tranca. Eu escuto. Eu respondo. E eles são broncos demais para perceber que não estou mais ali.
Charles Bukowski (via palavrisses)

(via palavrisses)

Maio 31, 2014 / 10.723 notas